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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A ARTE NÃO REPRODUZ O QUE VEMOS. ELA NOS FAZ VER. Paul Klee


A ARTE É:
DECIFRA-ME QUE EU TE DEVORO.

A ARTE É:
RELATOS EM FORMA DAS EXPERIÊNCIAS E DE MOMENTOS.

A ARTE É:
A CAPACIDADE DE INTERPRETAR O MUNDO.

A ARTE NÃO FOI FEITA PARA A ESCOLA.
A ARTE FOI FEITA PARA A VIDA.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

NEFELIBATAS




Para aqueles que vivem nas nuvens



Enxergar e ver. Dois verbos que definem um de nossos cinco sentidos, o da visão. Talvez o mais importante dos sentidos no mundo atual onde vivemos em função da imagem. Enxergar é mais importante que ver, embora a maioria das pessoas não perceba esta sutil diferença. Enxergar define a capacidade humana sensível de entrever, de pressentir, de adivinhar, de sentir emoções por meio da visão. Ver é mais fácil, está mais ligado justamente a esse mundo de imagens rápidas, fugazes, excessivas que bastam apenas serem vistas de forma também rápida e que, não necessariamente precisam ser apreendidas pela visão ou decodificadas por nossa capacidade de percepção, quero dizer, enxergar.

Ao pensar um texto para a apresentação desta exposição, fiquei em dúvida o que poderia abordar. Decidi então, falar sobre a questão da sensibilidade, particularmente a sensibilidade do olhar e as várias formas de enxergar. Enxergar através do amor, enxergar através da pele, enxergar através das palavras, enxergar através do cheiro, do tato, do paladar até mesmo, obviamente, da própria visão.

Não basta ser cego para não enxergar. Não enxerga quem não quer se der ao trabalho de enxergar. Enxergar é um sentido que requer o exercício do sensível. De se sensibilizar particularmente pelas coisas simples da vida. O simples pode ser um quase nada. Não é uma tarefa fácil ver no quase nada algo sensível ou lhe dar algum sentido.



Vídeo recomendado: JANELA DA ALMA

sábado, 18 de setembro de 2010

OTIMISMO

Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" pra ser insignificante."



(Charles Chaplin)

domingo, 1 de agosto de 2010

Festa da Cerejeira tem participação do Prefeito KASSAB

























A comunidade japonesa em São Paulo realizou a 32ª edição da Festa da Cerejeira neste domingo (01/08/10), no Parque do Carmo, em Itaquera, na zona leste da capital. O evento contou com a presença do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Desde o início, a festa já plantou um bosque com cerca de 2.300 ipês dentro do parque. A meta dos organizadores é chegar a 3.000 árvores. A cerejeira é a árvore símbolo do Japão e tornou-se a marca dos descendentes da comunidade nipônica que vive na região de Itaquera.

O professor MARCOS ROSA esteve por lá e fez algumas fotos lindíssima dessa que é uma cultura milenar(plantações e jardins de cerejeiras)

As cerejeiras só florescem uma vez ao ano e dura cerca de uma semana. Suas folhas se vão com a chegada do outono. Os galhos nus enfrentam o inverno para desabrochar em flor na estação seguinte, entre março e abril.

Sakurá (cerejeira), a flor nacional do Japão, é símbolo de felicidade: é na época de seu florescimento que as crianças iniciam o ano escolar, que os recém formados saem em busca de trabalho. O chá de pétalas de sakurá é utilizado em rituais como casamentos e ocasiões festivas. Na época de seu florescimento, são realizadas as festas chamadas de “hanami” (ver as flores), ao ar livre, debaixo das cerejeiras em flor.

Singela e efêmera, a flor sakurá também tem seu lado trágico. Para os antigos samurais não havia glória maior do que morrer num campo de batalha coberto de pétalas de cerejeira. No teatro Kabuki, esse cenário indica que haverá um movimento do vilão ou acontecerá uma tragédia.

Estima-se que, no Japão, existam perto de 200 espécies de cerejeiras, com flores que vão do vermelho ao branco, passando pelo rosa e pêssego.
No Brasil, poucas variedades de cerejeira conseguiram se desenvolver devido às variações climáticas. Por volta da década de 70 começaram as tentativas em várias localidades do Estado de São Paulo, em geral realizadas por imigrantes japoneses, para produção de mudas.

Foi um domingo interessante, diferente de todos que eu vivi.
Vejam as fotos no meu álbum do orkut
bellarmini e bellarmini2

sábado, 31 de julho de 2010

PENSAMENTOS


"DEUS NÃO COLOCOU COISAS PRECIOSAS EM LUGARES FACILMENTE VISÍVEIS"

"AS VEZES MEU CORAÇÃO VAI AONDE MINHA VOZ NÃO CHEGA"

"QUEM QUISER ALCANÇAR OBJETIVOS DISTANTES, TEM QUE DAR MUITOS PASSOS CURTOS"