sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

ARTE na Pré História

Nessa semana alguns grupos dos 3os. anos do Ensino Médio do MMO apresentaram uma pequena peça teatral no páteo da escola.
Tendo como tema central "O homem na Pré-História e a Arte Rupestre", os grupos demonstraram criatividade, leveza e bom humor nas performances e foram avaliados nos quesitos: roteiro, figurino e cenário.
Os alunos tiveram a oportunidade de aprender brincando com o teatro e as apresentações ficaram de bom agrado na opinião do professor Marcos Rosa da disciplina de Arte e coordenador do projeto.






FOTOS ARQUITETURA DE SAMPA by MARCOS ROSA





GÊNEROS FOTOGRÁFICOS

- Fotografia Jornalística
Oferece uma visão objetiva, arguta e abrangente de um fato de interesse jornalístico . Assim, a principal medida para a aferição da qualidade de uma fotografia jornalística é seu valor informativo, o registro do fato, do acontecimento.








- Fotografia Publicitária
Fotografia produzida para a difusão comercial de um produto, que irá circular em suportes da mídia impressa jornal, revista, cartaz, outdoor, folheto e anúncio.

- Fotografia de Moda
Fotografia produzida com o objetivo de difusão comercial de peças de vestuário, adereços e acessórios de produtos de beleza. O maior mercado para a fotografia de moda é o das revistas especializadas, as seções especializadas de revistas, os cadernos ou seções de moda dos jornais diários e os impressos ou catálogos produzidos pelos próprios fabricantes.

-Retrato ou Portrait
É o tema mais popular da fotografia desde o seu surgimento. A fotografia possibilitou ao cidadão comum o acesso ao retrato. Inicialmente obtido em estúdios que reproduziam o ambiente do ateliê dos pintores, teve grande modificação com a evolução dos suportes cada vez mais sensíveis a luz e equipamentos mais portáteis e com isso possibilitou que os fotógrafos se deslocassem até o fotografado, produzindo grande diversidade de tipos de retratos. Hoje com produções sofisticadas, os retratos se tornaram um documento importante da sociedade.

-Fine Art
Fotografia artística produzida por impulsão íntima do fotógrafo como criador da sua imagem. Rica em detalhes e com um olhar apurado e diferenciado, a fotografia de FineArt abrange diferentes especializações fotográficas pois não se trata de uma questão de objeto e sim de postura.




quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Linha do Tempo






Linha do Tempo
Movimentos/Períodos da Arte                       Época            



Arte Pré-História (figurativa)                         aprox. 40.000 a.C a 5000 a.C
Arte Egípcia                                                 3000 a.C a séc. I a.C
Arte Chinesa                                                c. 1600 a.C a 1911 d.C

Arte Pré-colombiana                                    1000 a.C a 1550 d.C
Arte Indígena no Brasil                                 antes e depois de 1500 d.C
Arte Oceânica                                              c. 1500 a.C a 1400 d.C
Arte Indiana                                                  c. 600 a.C a 1900 d.C
Arte Japonesa                                               c. 250 a.C a XIX
Arte Grega                                                     séc. VII a.C a séc II a.C
Arte Romana                                                 séc. VI a.C a séc IV d.C
Arte Cristã Primitiva                                      séc. II a.C a séc. V d.C
Arte Bizantina                                               séc. IV a séc XV
Arte Bárbara                                                  séc. VII a séc. X
Arte Românica                                               séc. XI a séc. XII
Arte Gótica                                                    séc. XII, séc. XIII e séc. XIV
Arte Renascentista                                         séc. XV a séc. XVI
Arte Barroca                                                   séc. XVII a séc. XVIII
Rococó                                                          séc. XVIII
Neoclassicismo                                              séc. XVIII
Romantismo                                                  séc. XVIII e séc. XIX
Realismo                                                         séc. XIX
Impressionismo                                              séc. XIX
Art Noveau                                                    séc. XIX
Fovismo                                                         séc. XX (1904 a 1907)
Expressionismo                                              1905
Cubismo                                                        1907
Futurismo (figurativa)                                     1908
Arte Abstrata  (abstrata)                                1910
Orfismo (figurativa)                                        1911
Suprematismo (construtiva)                            1913
Vorticismo (figurativa)                                   1914
Dadaísmo (performática e objetual)               1916
Neoplasticismo (construtiva)                         1917
Purismo (abstrata)                                        1918
Bauhaus (construtiva e tecnológica)              1919
Construtivismo (construtiva)                         1920
Cinética (construtiva)                                    1920
Surrealismo (figurativa)                                 1924
Déco (figurativa)                                          1925
Concreta (construtiva)                                  1930
Expressionismo Abstrato                              1940
Art brut (figurativa)                                       1945
Action painting (abstrata)                             1952
Happening (performática)                            1952
Tachismo  (abstrata)                                    1954
Pop Art (tecnológica e figurativa)                 1956
Novo Realismo (perfomática)                      1960
Arte Conceitual                                           1960
Op Art            (construtiva)                         1960
Fluxus (performática)                                   1962
Vídeo-Arte (tecnológica)                             1963
Minimalismo   (construtiva)                          1965
Land art  (conceitual)                                  1967
Hiper-realismo (figurativa)                           1968
Arte computador (tecnológica)                    1968
Arte cibernética  (tecnológica)                     1969
Arte povera (conceitual)                              1969
Body art (performática)                               1970
Artepostal (conceitual)                                1970
Graffiti (figurativa)                                        1975
Transvanguarda (conceitual)                         1977
Neo-expressionismo (figurativa)                    1980



Periodos Artisticos e Artistas

Abstracionismo
KASIMIR MALEVITCH (Suprematismo)
PIET MONDRIAN  (Neoplasticismo)
WASSILY KANDINSK

Art-Noveau
GAUDI
GUSTAVE KLINT
TIFFANY

Barroco
CARAVAGGIO
ANNIBALE CARRACI
EL GRECCO
GIAN BERNIN
JOHANES VERMEER
REMBRANDT
RUBENS
VAN DICK
VELASQUEZ

Cubismo
MARCEL DUCHAMP (Dadaísmo)
GEORGES BRAQUE
JUAN GRIS
LÉGER
PABLO PICASSO

Expressionismo
EDVARD MUNCH
JAMES ENSOR
PAUL GAUGIN
TOULOUSE-LAUTREC
VAN GOGH

Expressionismo Abstrato
JACKSON POLLOCK

Fauvismo
HENRI MATISSE
MAURICE de VLAMINCK
Futurismo
CARLO CARRÁ
GIÁCOMO BALLA
LUIGGI RUSSOLO
UMBERTO BOCCIONI

Impressionismo
ALFRED SISLEY
AUGUSTE RENOIR
AUGUSTE RODIN
CAMILLE PISSARRO
CLAUDE MONET
EDGAR DEGAS
EDOUARD MANET
MORISOT

Maneirismo
AGNOLO BRONZINO
PARMIGIANO
TINTORETTO

Modernismo
AMEDEO MODIGLIANI

Pós-Impressionismo
GEORGE SEURAT
PAUL CÉZANNE
PAUL SIGNAC

Rococó
ANTOINE WATTEAU
FRAGONARD
FRANÇOIS BOUCHER
NATTIER

Surrealismo
ALEXANDER CALDER
JOAN MIRÓ
MARC CHAGALL
PAUL DEVAUX
RENE MAGRITTE
SALVADOR DALI

Realismo
FRANÇOIS MILLET
GUSTAVE COUBERT
HONORÉ DAUMIER
JEAN COROT

Romantismo
CONSTABLE
EUGENIE DELACROIX
FRANCISCO GOYA
GERICAULT
TURNER

Renascimento
ANDREA DE MANTEGNA
ANDREA DEL VERROCHIO
BOTICELLI
DONATELO
DUCCIO
DÜRER
EYCK
FRA ANGELICO
GIOTTO
LEONARDO DA VINCI
MASACCIO
MICHELANGELO
PAOLO UCELLO
PIERO DE LA FRANCESCA
PIETER BRUEGEL
RAFAEL SANZIO
TICIANO

Pop Art
ANDY WARHOL
JASPER JOHNS
ROY LICHTENSTEIN

Op Art
ESCHER
JOSEF ALBERS
VICTOR VASARELY

Diversos Artistas
ALEXANDER CALDER
DIEGO RIVERA
FRIDA KALO




quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

HISTÓRIA DA ARTE


A Pré História
Introdução  
Podemos definir a pré-história como um período anterior ao aparecimento da escrita. Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C, pois foi por volta deste ano que os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.
(Obs: a escrita cuneiforme foi desenvolvida pelos sumérios, sendo a designação geral data acertos tipos de escrita feita com auxilio de objetos)

Foi uma importante fase, pois o homem conseguiu vencer as barreiras impostas pela natureza e prosseguir com o desenvolvimento da humanidade na Terra. O ser humano foi desenvolvendo, aos poucos, soluções práticas para os problemas da vida. Com isso, inventando objetos e soluções a partir das necessidades. Ao mesmo tempo foi desenvolvendo uma cultura muito importante. Esse período pode ser dividido em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.

Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada
Nesta época, o ser humano habitava cavernas, muitas vezes tendo que disputar este tipo de habitação com animais selvagens. Quando acabavam os alimentos da região em que habitavam, as famílias tinham que migrar para uma outra região. Desta forma, o ser humano tinha uma vida nômade (sem habitação fixa). Vivia da caça de animais de pequeno, médio e grande porte, da pesca e da coleta de frutos e raízes. Usavam instrumentos e ferramentas feitos a partir de pedaços de ossos e pedras. Os bens de produção eram de uso e propriedade coletivas.

Nesta fase, os seres humanos se comunicavam com uma linguagem pouco desenvolvida, baseada em pouca quantidade de sons, sem a elaboração de palavras. Uma das formas de comunicação eram as pinturas rupestres. Através deste tipo de arte, o homem trocava idéias e demonstrava sentimentos e preocupações cotidianas.

Mesolítico
Neste período intermediário, o homem conseguiu dar grandes passos rumo ao desenvolvimento e à sobrevivência de forma mais segura. O domínio do fogo foi o maior exemplo disto. Com o fogo, o ser humano pôde espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso. Outros dois grandes avanços foram o desenvolvimento da agricultura e a domesticação dos animais. Cultivando a terra e criando animais, o homem conseguiu diminuir sua dependência com relação a natureza. Com esses avanços, foi possível a sedentarização, pois a habitação fixa tornou-se uma necessidade.

Neste período ocorreu também a divisão do trabalho por sexo dentro das comunidades. Enquanto o homem ficou responsável pela proteção e sustento das famílias, a mulher ficou encarregada de criar os filhos e cuidar da habitação.

Neolítico ou Idade da Pedra Polida
Nesta época o homem atingiu um importante grau de desenvolvimento e estabilidade. Com a sedentarização,  a criação de animais e a agricultura em pleno desenvolvimento, as comunidades puderam trilhar novos caminhos. Um avanço importante foi o desenvolvimento da metalurgia. Criando objetos de metais, tais como, lanças, ferramentas e machados, os homens puderam caçar melhor e produzir com mais qualidade e rapidez. A produção de excedentes agrícolas e sua armazenagem, garantiam o alimento necessário para os momentos de seca ou inundações. Com mais alimentos, as comunidades foram crescendo e logo surgiu a necessidade de trocas com outras comunidades. Foi nesta época que ocorreu um intenso intercâmbio entre vilas e pequenas cidades. A divisão de trabalho, dentro destas comunidades, aumentou ainda mais, dando origem ao trabalhador especializado.

domingo, 1 de dezembro de 2013

FOTÓGRAFOS PARA PESQUISA E ESTUDOS

THOMAZ FARKAS
CRISTIANO MASCARO
PEDRO MARTINELLI
ROBERT CAPA
EUGENE SMITH
HENRI CARTIER-BRESSON
HELMUT NEWTON
OTTO STUPAKOFF
BÓRIS KOSSOY
MAN RAY
CHICO ALBUQUERQUE
LASLO MOHOLY
MARC FERREZ
MILITÃO DE AZEVEDO
BENEDITO JUNQUEIRA DUARTE
PIERRE VERGER
ANSEL ADAMS
RICHARD AVEDON
DAVID LACHAPELE
LEWIS HINE
EVANDRO TEIXEIRA
MAURREEN BISILIAT
OLIVIERO TOSCANI
DANIEL KLAJMIC

A LUZ - o elemento fundamental na fotografia


ISO e os grãos indesejados.
FOTOGRAFIA ANALÓGICA


Muitas vezes quando tiramos uma fotografia, ela parece ficar granulada, como se na foto fosse feita de vários pequenos grãos. Em muitos casos esse efeito não é bem vindo, pois pode trazer a sensação de que a foto tenha ficado com algum defeito, com uma resolução não adequada.

Esse é um efeito conseguido pela câmera a partir de um dos recursos dos quais a máquina dispõe. Esse recurso é o controle de ISO. A partir desse controle, podemos definir a sensibilidade da câmera em relação à luz.

Quanto maior o ISO, mais sensível a captação da câmera fica, dessa forma conseguimos fotografar, por exemplo, em ambientes mais escuros, pois a máquina consegue ter uma maior sensibilidade à luz, e assim não precisaríamos utilizar o flash. Porém, devido a esse aumento de sensibilidade, o efeito dos grãos começa a aparecer. É como se forçássemos a capacidade da máquina em captar a luz, assim os grãos vão surgindo.

Para evitar o aparecimento desses grãos, devemos utilizar o ISO no nível menor possível (de acordo com a quantidade de luz que há no ambiente a ser fotografado), pois quanto maior o ISO, mais grãos aparecerão.

Outro artifício seria tentar adequar a quantidade de luz no ambiente ao nosso gosto. Por exemplo, poderíamos iluminar melhor o local onde iríamos fotografar, até o ponto desejável para fotografarmos, dessa forma, poderíamos manter o ISO bem baixo.

Porém o grão pode ser utilizado de uma boa maneira, como quando gostaríamos que a foto exibisse exatamente esse efeito. O grão não é exatamente algo feio, ou que incomode. Apenas há momentos em que ele é ou não bem vindo.



Condições inapropriadas de luz


Ao fotografarmos, devemos ter muito cuidado com a captação de luz, que é a tarefa mais importante de uma fotografia. A captação de luz envolve inúmeros fatores, tanto internos à própria máquina como externos a ela, ou seja, há fatores ambientais que envolvem o local onde fotografaremos.

Nos fatores internos à máquina, temos os recursos proporcionados por ela mesma, como a abertura do diafragma, a velocidade do obturador, o foco, a exposição, o ISO, a resolução, etc. Nos fatores externos, temos toda a condição de luz que o ambiente já naturalmente nos proporciona, além daquela que podem ser controladas por nós.

Exatamente com essas condições externas devemos ter muita atenção e cuidado. Dentre as condições sobre as quais temos pouco controle há o sol, mas especificamente em relação aos momentos do dia. Devemos evitar fotografar em horários que apresentam o sol muito acima de nossas cabeças (das 11 às 14 horas), pois com a luz incidindo com pouco ângulo, notamos que ela “achata” os objetos e pessoas a serem fotografadas, pois marcam pouca sombra no chão, marcando também sombras estranhas nos próprios rostos das pessoas. Além disso, nesse horário há muito contraste. Portanto, é melhor fotografar muito cedo de manhã e a tarde antes de anoitecer, pois nesses horários aparecem texturas porque a luz vem de lado, dando profundidade e contraste mais adequado.

Dentre as condições sobre as quais temos controle, podemos citar a luz artificial, usando lâmpadas e sistemas de iluminação montados. Com esse controle de luz, devemos evitar criar situações não verossímeis, em que apareçam luzes completamente estranhas e irreais. Também deve haver cuidado com a super e sub exposição de luz, que podem comprometer a foto, estourando-a com muita luz ou a deixando escura demais. Além disso, temos que nos preocuparmos com a marcação de sombras indesejadas.

Esses problemas podem ser evitados e consertados com o controle da intensidade da luz, o posicionamento das fontes de luz, podemos também utilizar filtros na frente das fontes de luz e superfícies refletoras adequadas para direcionar a luz ao objeto ou pessoa a ser fotografado

Exposição demais ou de menos

Ao fotografarmos devemos ter cuidado com a quantidade de luz que permitiremos marcar nossa foto. Pois podemos acabar deixando luz demais entrar, e assim perder detalhes porque a luz pode acabar ofuscando objetos, ou então podemos deixar pouca luz entrar, assim os elementos de nossa foto podem ficar na sombra, não permitindo que possam ser vistos.

Esse problema é o da superexposição ou subexposição, que pode ser controlado pela velocidade do obturador, pela abertura do diafragma, e pelo controle que podemos ter sobre a luz no local que fotografaremos.

Quanto maior a velocidade, menos luz entrará, pois deixaremos o obturador aberto por pouco tempo. Com menor velocidade, entra mais luz. Quanto maior a abertura, mais luz entra. Quanto maior o diafragma, maior a quantidade de luz.

Devemos adequar a quantidade de luz captada à condição e ao objetivo de nossa foto.

Texto de Daniel Seidi Kano & Hugo Perticarati Dionisi