terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA DA ARTE

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A Pré História
Introdução  
Podemos definir a pré-história como um período anterior ao aparecimento da escrita. Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C, pois foi por volta deste ano que os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.
(Obs: a escrita cuneiforme foi desenvolvida pelos sumérios, sendo a designação geral data acertos tipos de escrita feita com auxilio de objetos)

Foi uma importante fase, pois o homem conseguiu vencer as barreiras impostas pela natureza e prosseguir com o desenvolvimento da humanidade na Terra. O ser humano foi desenvolvendo, aos poucos, soluções práticas para os problemas da vida. Com isso, inventando objetos e soluções a partir das necessidades. Ao mesmo tempo foi desenvolvendo uma cultura muito importante. Esse período pode ser dividido em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.

Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada
Nesta época, o ser humano habitava cavernas, muitas vezes tendo que disputar este tipo de habitação com animais selvagens. Quando acabavam os alimentos da região em que habitavam, as famílias tinham que migrar para uma outra região. Desta forma, o ser humano tinha uma vida nômade (sem habitação fixa). Vivia da caça de animais de pequeno, médio e grande porte, da pesca e da coleta de frutos e raízes. Usavam instrumentos e ferramentas feitos a partir de pedaços de ossos e pedras. Os bens de produção eram de uso e propriedade coletivas.

Nesta fase, os seres humanos se comunicavam com uma linguagem pouco desenvolvida, baseada em pouca quantidade de sons, sem a elaboração de palavras. Uma das formas de comunicação eram as pinturas rupestres. Através deste tipo de arte, o homem trocava idéias e demonstrava sentimentos e preocupações cotidianas.

Mesolítico
Neste período intermediário, o homem conseguiu dar grandes passos rumo ao desenvolvimento e à sobrevivência de forma mais segura. O domínio do fogo foi o maior exemplo disto. Com o fogo, o ser humano pôde espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso. Outros dois grandes avanços foram o desenvolvimento da agricultura e a domesticação dos animais. Cultivando a terra e criando animais, o homem conseguiu diminuir sua dependência com relação a natureza. Com esses avanços, foi possível a sedentarização, pois a habitação fixa tornou-se uma necessidade.

Neste período ocorreu também a divisão do trabalho por sexo dentro das comunidades. Enquanto o homem ficou responsável pela proteção e sustento das famílias, a mulher ficou encarregada de criar os filhos e cuidar da habitação.

Neolítico ou Idade da Pedra Polida
Nesta época o homem atingiu um importante grau de desenvolvimento e estabilidade. Com a sedentarização,  a criação de animais e a agricultura em pleno desenvolvimento, as comunidades puderam trilhar novos caminhos. Um avanço importante foi o desenvolvimento da metalurgia. Criando objetos de metais, tais como, lanças, ferramentas e machados, os homens puderam caçar melhor e produzir com mais qualidade e rapidez. A produção de excedentes agrícolas e sua armazenagem, garantiam o alimento necessário para os momentos de seca ou inundações. Com mais alimentos, as comunidades foram crescendo e logo surgiu a necessidade de trocas com outras comunidades. Foi nesta época que ocorreu um intenso intercâmbio entre vilas e pequenas cidades. A divisão de trabalho, dentro destas comunidades, aumentou ainda mais, dando origem ao trabalhador especializado.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Criolo - "Não Existe Amor em SP"

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Faixa inédita do cantor e compositor Criolo, que integrará o álbum "Nó na Orelha", a ser lançado em maio de 2011. Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral.

Criolo - voz
Daniel Ganjaman - arranjo de cordas, teclados e guitarra
Marcelo Cabral -- arranjo de cordas, baixo e guitarra
Samuel Fraga - bateria
Renato Rossi- viola
Luiz Gustavo Nascimento - violino

Gravado e Mixado por Daniel Ganjaman no estúdio El Rocha.

Masterizado no estúdio El Rocha por Fernando Sanches.




terça-feira, 31 de janeiro de 2012

FOTÓGRAFOS PARA PESQUISA E ESTUDOS

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THOMAZ FARKAS
CRISTIANO MASCARO
PEDRO MARTINELLI
ROBERT CAPA
EUGENE SMITH
HENRI CARTIER-BRESSON
HELMUT NEWTON
OTTO STUPAKOFF
BÓRIS KOSSOY
MAN RAY
CHICO ALBUQUERQUE
LASLO MOHOLY
MARC FERREZ
MILITÃO DE AZEVEDO
BENEDITO JUNQUEIRA DUARTE
PIERRE VERGER
ANSEL ADAMS
RICHARD AVEDON
DAVID LACHAPELE
LEWIS HINE
EVANDRO TEIXEIRA
MAURREEN BISILIAT
OLIVIERO TOSCANI
DANIEL KLAJMIC

ARTE RUPESTRE na Pré História

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Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, são termos dados às mais antigas representações artísticas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.
Na vida do Homem pré-histórico tinham lugar a Arte e o espírito de conservação daquilo de que necessitava. Estudos arqueológicos demonstram que o Homem da Pré-História (a fase da História que precede a escrita) já conservava, além de cerâmicas, armas e utensílios trabalhados na pedra, nos ossos dos animais que abatiam e no metal. Arqueólogos e antropólogos datando e estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios seu real valor como "documentos históricos", verdadeiros testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas extintas.
Prospecções arqueológicas realizadas na Europa, Ásia e África, entre outras, revelam em que meio surgiram entre os primitivos homens caçadores os primeiros artistas, que pintavam, esculpiam e gravavam. A cor na pintura já era conhecida pelo Homem de Neandertal. As "Venus Esteatopígicas",esculturas em pedra ou marfim de figuras femininas estilizadas, com formas muito acentuadas, são manifestações artísticas das mais primitivas do "Homo Sapiens" (Paleolítico Superior, início 40000 a.C) e que demonstram sua capacidade de simbolizar. A estas esculturas é atribuído um sentido mágico, propiciatório da fertilidade feminina e ao primeiro registro de um sentimento religioso ou de divindade, o qual convencionou-se denominar de Deusa mãe, Mãe Cósmica ou Mãe-terra.
Não é menos notável o desenvolvimento da pintura na mesma época. Encontradas nos tetos e paredes das escuras grutas, descobertas por acaso, situadas em fundos de cavernas. São pinturas vibrantes realizadas em policromia que causam grande impressão, com a firme determinação de imitar a natureza com o máximo de realismo, a partir de observações feitas durante a caçada. Na Caverna de Altamira (a chamada Capela Sistina da Pré-História), na Espanha, a pintura rupestre do bisonte impressiona pelo tamanho e pelo volume conseguido com a técnica claro-escuro. Em outros locais e em outras grutas, pinturas que impressionam pelo realismo. Em algumas, pontos vitais do animal marcados por flechas. Para alguns, "a magia propiciatória" destinada a garantir o êxito do caçador. Para outros estudiosos, era a vontade de produzir arte.
Qualquer que seja a justificativa, a arte preservada por milênios permitiu que as grutas pré-históricas se transformassem nos primeiros museus da humanidade.
Considera-se arte rupestre as representações sobre rochas do homem da pré-história, em que se incluem gravuras e pinturas. Acredita-se que estas pinturas, cujos materiais mais usados são o sangue, saliva, argila, e excrementos de morcegos (cujo habitat natural são as cavernas) têm um cunho ritualístico. Estima-se que esta arte tenha começado no Período Aurignaciano (Hohle Fels, Alemanha), alcançando o seu apogeu no final do Período Magdaleniano do Paleolítico.
A importância do estudo da arte rupestre deve-se, não tanto à interpretação das figuras existentes, mas antes obter um entendimento dos motivos e contextos que levaram uma comunidade a usar muito do seu tempo e esforço na execução da dita arte rupestre. Como estas sociedades primitivas se estendem no tempo e na sua essência são consideravelmente diferentes das nossas vivências atuais, o estudo da arte rupestre de forma cientifica permite analisar o comportamento do homem em contextos muito díspares, pelo que acaba por ser de certa forma um estudo transdisciplinar entre a psicanálise, a antropologia e o nosso próprio conceito de arte.
Normalmente os desenhos são formados por figuras de grandes animais selvagens, como bisões, cavalos, cervos entre outros. A figura humana surge raramente, sugerindo muitas vezes atividades como a dança e, principalmente, a caça, mas normalmente em desenhos esquemáticos e não de forma naturalista, como acontece com os dos animais. Paralelamente encontram-se também palmas de mãos humanas e motivos abstratos (linhas emaranhadas), chamados por Henri Breuil de macarrões.
Nos sítios espalhados pelo mundo, é padrão encontrar, além dos desenhos parietais, figuras e objetos decorativos talhados em osso, modelados em argila, pedra ou chifres de animais.

Descoberta e autenticidade
Quando os europeus (mais precisamente Marcelino Sanz de Sautuola) encontraram pela primeira vez as pinturas de Magdalenia da caverna de Altamira, na Cantábria, Espanha, em torno de 150 anos, elas foram consideradas como fraude por acadêmicos.
O novo pensamento darwiniano sobre a evolução das espécies foi interpretado como significando que os primitivos humanos não poderiam ter sido suficientemente avançados para criar arte.
Émile Cartailhac, um dos mais respeitados historiadores da Pré-História do final do século XIX, acreditava que as pinturas tinham sido forjadas pelos criacionistas (que sustentavam a criação do homem por Deus) para apoiar suas idéias e ridicularizar Darwin. Recentes reavaliações e o crescente número de descobertas têm ilustrado a autenticidade das figuras encontradas e indicam o alto nível de capacidade de arte dos humanos do Paleolítico Superior, que usavam apenas ferramentas básicas. As pinturas rupestres podem proporcionar, também, valiosas pistas quanto à cultura e às crenças daquela época.
No entanto, a idade das pinturas permanece, em muitos sítios arqueológicos, uma questão controvertida, dado que métodos como a datação por carbono radioativo podem facilmente levar a resultados errôneos pela contaminação de amostras de material mais antigo ou mais novo, e que as cavernas e superfícies rochosas estão tipicamente atulhadas com resíduos de diversas épocas.
A escolha da datação pelo material subjacente pode indicar a data, por exemplo, da rena na caverna espanhola denominada Cueva de Las Monedas, que foi determinada como sendo do período da última glaciação. A caverna mais antiga é a de Chauvet, com 32 000 anos.
Contudo, como ocorre com toda a Pré-História, é impossível estar-se seguro dessa hipótese devido à relativa falta de evidência material e a diversas lacunas associadas com a tentativa de entender o pensar pré-histórico aplicando a maneira de raciocinar do Homem moderno.

FOTOGRAFIA - Apostilas Diversas

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APOSTILA-FOTOGRAFIA-I
COMPOSIÇÃO FOTOGRAFIA
DICAS DE FOTOGRAFIA-Workshop
ELEMENTOS DA LINGUAGEM FOTOGRÁFICA
FOTOGRAFIA em LENTES
HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA - resumida

A ARTE NÃO REPRODUZ O QUE VEMOS. ELA NOS FAZ VER. Paul Klee

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A ARTE É:
DECIFRA-ME QUE EU TE DEVORO.

A ARTE É:
RELATOS EM FORMA DAS EXPERIÊNCIAS E DE MOMENTOS.

A ARTE É:
A CAPACIDADE DE INTERPRETAR O MUNDO.

A ARTE NÃO FOI FEITA PARA A ESCOLA.
A ARTE FOI FEITA PARA A VIDA.

domingo, 8 de janeiro de 2012

ISSO É UM ASSALTO

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Mãos aos alto...isso é um assalto. No Brasil é assim:

Baiano
“Ô meu rei...(pausa) Isso é um assalto... (longa pausa).
Levanta os braços, mas não se avexe não...(outra pausa)
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado.
Vai passando a grana, bem devagarinho...(pausa pra pausa)
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado. Não esquenta meu irmãozinho (pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada.”

Mineiro
“Ô sô, prestenção. Issé um assarto, uai. Levantus braço e fica ketin quié mio procê.
Esse trem na minha mão tá chein de bala.... Mió passá logo os trocados que eu num to bão hoje.
Vai andando uai....Tá esperando o que sô?!”

Carioca
“Aí, perdeu, merrrrmão. Seguiiiiinte, bicho. Tu te fú. Isso é um assalto.
Passa a grana e levantos os braços rapá. Não fica de cão que eu te passo o cerol....
Vai andando e se olhar pra trás vira presento....”

Paulista
“Pô, meu.... Isso é um assalto, meu. Alevanta os braços, meu.
Passa a grana logo, meu.
Mais rápido, meu....pô, se manda, meu...”

Gaúcho
“O guri, ficas atento. Báh, isso é um assalto. Levanta os braços e te aquieta tchê!
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê...
Passa as pilas prá cá!!
E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala.”

Brasília
“Querido povo brasileiro, estou aqui, no horário nobre da TV, para dizer que no fim do mês, aumentaremos as seguintes tarifas, contribuições e impostos: energia, água, esgoto, gás, passagem de ônibus, licenciamento de veiculo, imposto de renda, seguro obrigatório, IPTU, IPVA, IPI, ICMS, PIS, CPMF....”

MODELO DE TRABALHO ACADÊMICO (para os alunos do Ensino Médio - MMO)

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Modelo de apresentação de trabalho acadêmico em fonte Arial e tamanho 12.

1) Capa
2) Introdução
3) Pesquisa, conteúdo, desenvolvimento
4) Conclusão
5) Bibliografia


Capa  
Onde as informações são transcritas na seguinte ordem: nome da
instituição; nome do aluno; título do trabalho; subtítulo se houver (centralizado
no meio da folha); disciplina; nome do professor da matéria; mês e ano de publicação.


Introdução 
Parte inicial do texto, na qual devem constar a delimitação do assunto tratado,
objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do
trabalho.
Recomenda-se que seja redigida no final, quando o autor já adquiriu maior
domínio sobre o tema e maior clareza dos objetivos.


Desenvolvimento
Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e orgaznizada
do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da
abordagem do tema e do método.



Conclusão 
Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos
objetivos ou hipóteses. Tem por finalidade recapitular sinteticamente os
resultados da pesquisa elaborada. O autor manifestará seu ponto de vista
sobre os resultados obtidos, bem como o seu alcance, sugerindo novas
abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes.


Referências
Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de documentos, de
forma a permitir sua identificação individual, indicar todos os trabalhos citados
no texto, inclusive os eletrônicos.
Uma referência bibliográfica deve conter autor, título, edição, local da
publicação, editora e data, nesta ordem apresentada:
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed.  São
Paulo: Cortez, 2002.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cristãos perseguidos

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No Paquistão, país onde mais de 30 pessoas foram assassinadas com essa justificativa. Asia Bibi, então com 45 anos, teria dito ao ser insultada por mulheres muçulmanas: “O que Maomé fez por vocês? Jesus, pelo menos, sacrificou-se por mim”. Graças à pressão internacional, a pena não foi cumprida, mas Asia aguarda novo julgamento. Ela é a primeira mulher na história a receber uma pena de morte por conta de perseguição religiosa. Um título que nenhum país deveria se orgulhar. 


http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ESCOLA DE HOJE...

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GALERA DO TATUAPÉ em aula de fotografia pelo centro da cidade.

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Valeu galera pelo envolvimento na aula externa de 26/10/11
Foi muito bom vê-los felizes e com câmera na mão registrando a dinâmica das luzes das ruas do centro da Cidade. 








Parabéns!!!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Clipe Felicidade - Marcelo Jeneci

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O GRANDE MESTRE

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"Fotografia para mim é o melhor jeito de aproveita a vida"

Thomaz Jorge Farkas

EU LEVO OU DÊXO?

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EU LEVO OU DÊXO?



Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. 
Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. 
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:
 - "Oh, bucéfalo anácrono!!!...Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada."

E o ladrão, confuso, diz: - Dotô, rezumino... Eu levo ou dêxo os pato???

NA VIDA TUDO MUDA QUANDO A GENTE MUDA.

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"Não é o mais forte que sobrevive, nem o
mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças"


Charles Darwin

Ressuscita o Meu Sonho - Regis Danese ( Clip Oficial Lançamento 2010 )

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O FOTÓGRAFO

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O FOTÓGRAFO 

Em determinado país, regido pelo sistema socialista, havia um efetivo favorecimento a natalidade. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretara uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. 

A lei previa também uma tolerância de cinco anos, no fim dos
quais o casal teria que ter pelo menos um filho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada.

E, assim, tivemos o seguinte diálogo entre um casal:

mulher - Querido, completamos hoje cinco anos de casamento.
marido - E infelizmente não tivemos nenhum filho.
mulher - Será que eles vão mandar o tal agente?
marido - Não sei. Talvez mandem.
mulher - Se ele vier?
marido - Bem, eu não posso fazer nada.
mulher - Eu, menos ainda.
marido - Vou sair, pois já estou atrasado para o trabalho...

Logo após a saída do marido, batem à porta. A mulher corre a abrí-la, e encontra um homem a sua espera. Tratava-se de um fotógrafo, que errara o endereço ao qual deveria atender e bateu na casa errada.

E travou-se o seguinte diálogo entre o fotógrafo e a mulher:

fotógrafo - Bom dia... eu sou...
mulher - Ah! ...já sei. Pode entrar.
fotógrafo - Seu esposo está em casa?
mulher - Não... ele foi trabalhar.
fotógrafo - Presumo que esteja a par.
mulher - Sim. Ele está a par. Também concordo.
fotógrafo - Ótimo, então vamos começar.
mulher - Mas já... tao rápido?
fotógrafo - Preciso ser breve, pois tenho 16 casas para visitar.
mulher - Minha nossa! O senhor agüenta?
fotógrafo - Sim, pois eu gosto do meu trabalho. Ademais, ele me dá muito prazer.
mulher - Então vamos começar. Como faremos?
fotógrafo - Permita-me sugerir uma no quarto, duas no tapete, duas no
sofá, uma no corredor e uma no banheiro.
mulher - Nossa senhora! Não está exagerando?
fotógrafo - Bem, na primeira tentativa podemos acertar na mosca...
mulher - O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
fotógrafo - Nao, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho
(mostrando fotos de criancas). Não são lindas?
mulher - Como são belos estes bebês. O senhor mesmo os fez?
fotógrafo - Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta de um supermercado.
mulher - Que horror! O senhor não acha muito público?
fotógrafo - Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
mulher - Eu não teria coragem de fazer isso.
fotógrafo - Esta aqui foi em cima de um ônibus.
mulher - Cacilda!
fotógrafo - Foi um dos serviços mais difíceis que eu já fiz.
mulher - Eu imagino.
fotógrafo - Esta foi feita no inverno, em um parque de diversões.
mulher - Credo! Como o senhor conseguiu?
fotógrafo - Não foi fácil, como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão à nossa volta. Quase não consigo acabar.
mulher - Ainda bem que sou discreta e não quero ninguém nos olhando.
fotógrafo - Ótimo. Eu tambem prefiro assim. Agora, se me dá licença,
eu vou armar o tripé.
mulher - Tripé? Prá que?
fotógrafo - Bem, madame, é necessário. O meu equipamento, além de pesado, depois de armado mede um metro

A mulher desmaiou...."

SER PROFESSOR.

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"Ser professor é ter a capacidade de sair de cena, sem sair do espetáculo"

terça-feira, 11 de outubro de 2011

BERTA - Vou confiar

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Um espetáculo de música e adoração.
Sensibilidade e espiritualidade dentro de uma qualidade sonora e musical.
Ouça.

sábado, 8 de outubro de 2011

Tears For Fears: eles estão de volta.

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Uma das minhas bandas preferidas.
A melhor de todos os tempos.


Eles estiveram no RJ em shows apoteóticos, será que eles virão para SAMPA?